A Educação das Emoções como sustento de uma Cidadania consciente

publicado em 17-05-2019 por Sofia Ribeiro
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18 de maio | Dia Mundial da Cidadania

Entre o equilíbrio do direito e do dever, muitos são os que se escondem atrás de uma responsabilidade que dizem ser do outro, algo externo a si e que o ultrapassa.  
Remetem ao Estado, à sociedade, aos outros aquilo que, acima de tudo, tem a ver com o próprio. 
A Cidadania é o exercício individual de pertença a um coletivo.  
É o SER parte do TODO. 
A este conceito está inerente a responsabilidade de cada um de nós como parcela do grupo, como peça do puzzle, como parte da roda dentada – Sem a (nossa) parte, o todo deixa de existir como tal. 
Numa sociedade onde vários estudos apontam para um crescente individualismo, com défices claros na conexão entre as pessoas, onde a apatia e a falta de reconhecimento nos valores coletivos se tornam cada vez mais alvo de preocupação, a Educação para a Cidadania é cada vez mais urgente e fundamental. 
 
Atualmente, a Cidadania faz parte do currículo escolar – das matérias que são abordadas nas escolas. A Educação para a Cidadania ganha estatuto, há um claro compromisso do Ministério da Educação neste sentido, um reconhecimento da importância da formação do indivíduo para ser parte ativa do coletivo. 
Mas afinal, o que é que precisamos de saber para ser cidadãos capazes de exercer os “direitos e deveres” inerentes à pertença social? 
Nas linhas orientadoras apresentadas pelo Ministério da Educação encontramos referência a vários temas e à transversalidade dos mesmos: 

“(...)educação para os direitos humanos; educação ambiental/desenvolvimento sustentável; educação rodoviária; educação financeira; educação do consumidor; educação para o empreendedorismo; educação para a igualdade de género; educação intercultural; educação para o desenvolvimento; educação para a defesa e a segurança/educação para a paz; voluntariado; educação para os media; dimensão europeia da educação; educação para a saúde e a sexualidade. Sendo estes temas transversais à sociedade, a sua inserção no currículo requer uma abordagem transversal, tanto nas áreas disciplinares e disciplinas como em atividades e projetos, desde a educação pré-escolar ao ensino secundário (...)” 
In DGE.MEC, aqui
 
A intervenção da 1% encaixa perfeitamente nestas “Linhas orientadoras”, o Programa Ajuda Como Podes está a ser desenvolvido exatamente neste âmbito, mas integra uma vertente que, para nós, é absolutamente basilar para que haja uma verdadeira assimilação dos conceitos que aqui são referidos; Uma vertente transformadora para qualquer processo educativo, capaz de provocar alteração na perceção do mundo e de dar sentido e propósito ao comportamento, reorganizando e criando consciência individual, tal como noção de responsabilidade no todo.  

- A EDUCAÇÃO DAS EMOÇÕES -  

Esta é a “chave” para que a CIDADANIA deixe de ser algo externo a cada um de nós e passe a fazer parte do que SOMOS, tanto numa perspetiva INDIVIDUAL como COLETIVA. 
Educação da Emoções e Ativação da Cidadania são os pilares onde assenta a nossa missão 
Na 1% contribuímos ativamente para o desenvolvimento pessoal e social do indivíduo. 
SOMOS 1%, SOMOS PARTE DO TODO. 
 
 
18 de Maio  
Dia Mundial da Cidadania 
 
Alexandra Neves Silva 
Coordenadora 1% 

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